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União Brasileira de Mulheres

UBM define apoio a Dilma Rousseff e mobiliza mulheres em todo o país

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Todas com DilmaA União Brasileira de Mulheres lançou em todo o país o manifesto da entidade em apoio à candidata Dilma Rousseff em reunião da Executiva Nacional após consulta a toda coordenação da Entidade.

Entre os pontos balizadores para a definição da Entidade está a trajetória de Dilma e seu compromisso com o projeto político de transformações sociais.

A UBM organizou no dia 21/7 panfletagens, discussões e manifestações de rua em todo o país para marcar a participação das mulheres na campanha de Dilma.

Afirma o documento: "Apoiamos Dilma porque de seu futuro governo depende a conquista de um Brasil com mais desenvolvimento e soberania, com distribuição de renda, socialmente equilibrado e ambientalmente construído, onde nós mulheres continuaremos a luta contra a violência de gênero, exigindo o cumprimento da Lei Maria da Penha, batalhando por mais casas-abrigo e centros de referência".

Veja aqui o manifesto da UBM em apoio a Dilma

Relançamento da Página da UBM marca nova forma de comunicação da entidade

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Elza Campos

Evento acontece no momento em que cresce o protagonismo das mulheres no Brasil

No relançamento do site oficial da União Brasileira de Mulheres (UBM), ocorrido no último dia 27 de agosto, diversas lideranças feministas e do movimento de mulheres foram conferir o novo projeto de comunicação da entidade. As presenças de representantes da direção nacional da Entidade, da coordenadora da UBM do Estado de São Paulo, Rozina Conceição de Jesus, da Coordenadora da UBM do Paraná, Doris Margareth de Jesus, da secretária de Relações Internacionais da Federação Democrática Internacional das Mulheres (FDIM), Liège Rocha, mostraram que o movimento feminista, por meio do site, terá um grande avanço. Além da ampliação do seu diálogo com a sociedade, poderá contribuir com a superação de preconceitos e discriminação, pois atuará trazendo com informações com esta finalidade. Este foi o foco da atividade que contou ainda com um coquetel oferecido pela UBM.

A coordenadora da UBM, Elza Maria Campos, ressaltou a importância da comunicação progressista em contraponto à ditadura midiática. Segundo ela, a página da entidade deverá constituir-se em mais um espaço de luta e de veiculação de notas, artigos, informações de interesse do movimento feminista e do movimento social. “É uma grande satisfação realizar o relançamento da página em um momento que cresce o protagonismo das mulheres no Brasil com a possibilidade concreta de eleger a primeira presidenta do Brasil (Dilma Roussef), que tem uma história marcada pela luta e pela defesa de seu povo”, declarou.

Elza lembrou que os 22 anos de história da UBM - que nasceu em agosto de 1988 com a participação de mais de 1200 mulheres, - são marcados pelo sonho de construir um mundo de igualdade contra toda opressão, slogan que continua vivo e atual. “A história da Entidade é marcada pelo fortalecimento da corrente emancipacionista que entende a opressão da mulher entrelaçada pela opressão de classe e de gênero, e que ainda pesa sobre as mulheres a discriminação de raça, etnia, geracional e de orientação sexual”, destacou.

O criador do site, o publicitário Bezerra, mostrou aos presentes o novo projeto. Fez a demonstração dos recursos e possibilidades, além de apresentar as ferramentas disponíveis para a publicação de matérias e outros documentos de interesse da Entidade.

Além das representações do movimento feminista e de mulheres estiveram presentes no evento o jornalista do Portal vermelho, Andre Cintra, o presidente interino da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Nivaldo Santana, e o Secretário de Imprensa e Comunicação da central, Eduardo Navarro, além de representantes de diversos movimentos sociais.

Ações da UBM - Entre as campanhas e manifestos realizados pela entidade em defesa de um Estado democrático, pelos direitos sociais e políticos e das mulheres, estão: “Igualdade na lei e na vida”, “Por trabalho igual e salário igual”, “Nenhum direito a menos, alguns direitos a mais”, “Creches como um direito das mulheres e da criança”, “Quem ama não mata, não humilha, não maltrata”, “Pela Valorização do Trabalho da Mulher e com Carteira assinada”, “Aborto: a mulher decide, a sociedade respeita e o Estado garante”, “Sem as mulheres no poder, a democracia está pela metade”, entre outras.

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